sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Custo da construção cresce para 0,39% no mês de fevereiro, diz FGV (Fundação Getulio Vargas) - Ágape Imóveis

A Ágape Construtora e Incorporadora mostra para você como está o mercado da construção civil...

O brasileiro gastou 0,39% a mais para construir no mês de fevereiro, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta quarta-feira (23).
A variação é 0,02 ponto percentual maior do que a registrada em janeiro, quando ficou em 0,37%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,46% e no acumulado do ano a taxa é de 0,76%.

Grupos

O grupo Materiais e Equipamentos e Serviços registrou alta de 0,54% este mês, resultado superior ao apurado em janeiro, de 0,22%. A maior contribuição para o resultado do grupo veio do subgrupo materiais para instalação, que passou de 0,76% para 1,34% no período analisado.
O subgrupo materiais para acabamento também apresentou aceleração em fevereiro, passando de 0,32% para 0,77%.

No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,12% este mês, menor frente à taxa de 0,32% verificada no primeiro mês do ano.

Influências

No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no mês de fevereiro foram as seguintes: condutores elétricos (de 4,11% para 4,92%), taxas de serviços e licenciamentos (de 2,85% para 2,12%), vale transporte (de 4,87% para 2,46%), vergalhões e arame de aço ao carbono (de -1,20% para 0,87%) e engenheiro (de 0,51% para 0,74%)

Por outro lado, as maiores influências negativas foram de massa de concreto (de 0,34% para -0,58%), tubos e conexões de PVC (de 0,31% para -0,16%), tábua de terceira (de 0,39% para -0,27%), produtos de fibrocimento (de 0,33% para -0,21%) e ladrilhos e placas para pisos (de -0,24% para -0,05%).

Capitais

Considerando as sete capitais estudadas pela FGV neste mês, cinco apresentaram aceleração, conforme mostra tabela a seguir:

Cidade
Janeiro de 2011 (%)
Fevereiro de 2011 (%)
Salvador
0,26
0,41
Brasília
0,10
0,04
Belo Horizonte
1,78
0,31
Recife
0,46
0,92
Rio de Janeiro
0,29
0,42
Porto Alegre
0,12
0,24
São Paulo
0,17
0,46

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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Dicas Ágape Imóveis - Água da chuva e esgoto

 Aprenda com a Ágape Construtora e Incorporadora, como preceder quando ouver fazamento de esgoto ou enchentes nos dias de chuva....

A ligação de água de chuva jamais deve ser conectada na rede pública de esgoto. Isso gera uma série de problemas, como a sobrecarga da rede pública de esgoto durante tempestades

Quando a obra ou a reforma da casa está chegando ao fim, essa é uma dúvida comum. Quem não procura ajuda ou esclarecimentos acaba na mão do encanador ou do encarregado de obra, que às vezes não sabem a forma apropriada de ligar os resíduos de sua casa nas redes coletoras. Essa ligação correta é fundamental, não apenas para sua casa, mas também para o bairro e a cidade.

Ligações de esgoto

A correta ligação de esgoto é essencial. Mas o primeiro passo é saber qual o tipo de encaminhamento que sua residência tem. Existe coleta pública de esgoto em seu bairro, em sua rua? Sua casa dispõe de uma fossa séptica, ou (em casos mais isolados, mas aumentando em quantidade) uma miniestação de tratamento?

No caso de utilizar uma fossa, a ligação é muito simples: após as necessárias caixas de inspeção e gordura, o cano se liga a fossa. Mas é muito importante que sua fossa tenha sido executada corretamente, em todos os estágios: fossa, ligações e sumidouros. Verifique com o fabricante, ou em um manual de hidráulica simples, como se realiza uma fossa adequadamente. Uma fossa inadequada pode contaminar o solo e o lençol freático.

Caso exista uma rede pública de esgoto que atenda sua casa, ótimas notícias: o esgoto da sua residência, após a ligação correta, será encaminhado pelo sistema público de sua concessionária para uma estação de tratamento e terá um impacto mais baixo no meio ambiente. É necessário entender que o esgoto de uma residência leva consigo muitos produtos nocivos ao meio ambiente – um alto índice de detergente é o mais comum. O problema mais perigoso, e infelizmente, mais corriqueiro, é a ligação do esgoto realizada na rede de águas pluviais, as águas de chuva. Esse tipo de ligação faz com que os dejetos de sua residência acabem indo parar em algum rio de sua cidade, ajudando a poluí-lo, sem falar nos problemas de mau cheiro, higiene na rede de águas pluviais e as infestações de insetos, ratos e outras pestes indesejadas.

Mas como executar a ligação propriamente dita na rede pública? Você não deve realizar a ligação física do duto de esgoto na rede pública. A concessionária que atende sua região irá realizar esse serviço para você. A responsabilidade que corresponde à sua obra é realizar o trecho interno, da sua residência, de forma correta. Esse trecho vai variar conforme o projeto de hidráulica, mas basicamente caracteriza-se em caixa(s) de gordura apropriada(s) e caixa(s) de inspeção, realizadas e instaladas da forma correta, para que seja possível inspecionar e resolver problemas com entupimento no futuro. O duto da rede pública deve estar localizado na calçada ou sob a rua, mas você não deve tocá-lo.

Cada concessionária disponibiliza um pequeno manual no qual explica onde você deve deixar o tubo para que então o responsável venha e o ligue adequadamente na rede coletora. Por exemplo, deixar o tubo coletor a 20 centímetros do meio-fio, com uma capa de papelão na ponta. Para requisitar a ligação e verificar qual procedimento sua concessionária exige, entre no site correspondente; as instruções estarão disponíveis de forma bem clara.

Águas pluviais

As águas de chuva, ou águas pluviais, são encaminhadas para a rede coletora por meio das sarjetas. A ligação de sua rede de águas pluviais é realmente bastante simples: os dutos devem seguir sob a calçada até o meio-fio, e então, em posição a favor da declividade da rua, alcançar as sarjetas. Um detalhe importante é o de realizar o último trecho, sob a calçada, com tubulação mais rígida do que o PVC branco comum, como o ferro galvanizado. O PVC branco é muito frágil, e, ao estar próximo da superfície da calçada, acaba rompendo quando um carro passa por ali. Isso resulta, alem das típicas calçadas quebradas, em possível entupimento na ponta do cano. Em uma chuva forte como as que ocorrem no verão, pode acabar em um transbordamento de sua calha ou laje.

É importante frisar que a ligação de água de chuva jamais deve ser conectada na rede pública de esgoto por algum encanador ou pedreiro desavisado. Isso gera uma série de problemas, dentre os quais o mais importante é a sobrecarga da rede pública de esgoto durante tempestades. Esse tipo de atitude é terrível para a cidade e deve ser evitada a todo custo.

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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Prédios criam rede privada de segurança contra arrastão em São Paulo

Dicas de segurança Ágape Imóveis

Preocupados com a escalada de invasões a condomínios residenciais em São Paulo, empresários do setor da construção civil estão organizando uma rede de proteção particular para evitar assaltos. O modelo foi discutido ontem entre o Sindicato da Habitação (Secovi) e a cúpula do Departamento Estadual de Investigação sobre o Crime Organizado (Deic). E deve ser debatido também com a Polícia Militar ainda neste mês.

A proposta segue modelo adotado no Recife. Lá, segundo dados do Secovi de Pernambuco, a rede de proteção tem sete anos e 1,2 mil adeptos. Mas a entidade não tem dados sobre redução no número de invasões a prédios.

A ideia é que prédios de um mesmo bairro ou quarteirão tenham um rádio comunicador de canal único para que todos ouçam se o funcionário de um condomínio enviar uma mensagem. Assim, eles trocariam informações e alertas sobre suspeitos na rua ou movimentações estranhas. Outra proposta seria a instalação de câmeras integradas para que uma portaria pudesse ver a outra.

O plano ainda depende de uma reunião entre administradores de condomínios, marcada para a semana que vem. O Secovi espera a candidatura de um bairro voluntário para começar um projeto-piloto.

No Recife, o custo para cada condomínio aderir ao programa, que tem apoio logístico da Secretaria de Estado da Defesa Social (que desempenha as mesmas funções da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo), é de R$ 139 por mês - dividido entre todos os moradores. As informações são do "Jornal da Tarde".

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Financiamento imobiliário com poupança bateu recorde no ano de 2010


 A Ágape Construtora e Incorporadora deixa você por dentro do mercado financeiro imobiliário...

Os financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança atingiram R$ 56,2 bilhões em 2010, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). O desempenho superou o registrado no ano anterior (R$ 34,0 bilhões) em 65% e bateu novo recorde.

Em números absolutos, as contratações feitas pelos agentes do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) no ano corresponderam a 421,4 mil unidades --um aumento de 39% ante 2009.

"2010 foi o melhor ano da história para o setor imobiliário", afirmou o presidente da Abecip, Luiz Antonio França.

Ao todo, incluindo também os financiamentos com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), as operações de crédito imobiliário contratadas em 2010 chegaram a R$ 83,1 bilhões, 67% a mais do que no ano anterior. O número de unidades financiadas, com poupança e fundo, chegou a 1,052 milhão --crescimento de 57% ante 2009. Os dados da entidade mostram uma alta de 57% nos valores financiados para aquisição, que chegaram a R$ 31,8 bilhões, ao mesmo tempo em que os recursos para construção somaram R$ 24,4 bilhões, com elevação de 76%.

De acordo com França, o forte crescimento nos financiamento à construção se deveu à recuperação da crise. "As construtoras venderam imóveis em estoque em 2009, e não precisaram de tantos financiamentos naquele ano. Mas, agora, retomaram com tudo". Além disso, houve no ano passado um aumento no valor médio financiado, para R$ 133 mil, 18,8% acima dos R$ 112 mil registrados em 2009. O percentual do financiamento em relação ao valor do imóvel subiu de 61,1%, em 2009, para 62%.

Dezembro

Apenas em dezembro, os financiamentos atingiram R$ 6,16 bilhões, com crescimento de 61% ante o mesmo mês de 2009, registrando o melhor desempenho mensal do setor. O número de unidades financiadas ficou em 43,5 mil, contra 31,7 mil no ano anterior.

Projeções

Para este ano, a previsão da Abecip é que os financiamentos imobiliários com recursos da poupança cresçam 51%, para R$ 85 bilhões. Segundo França, o ritmo de crescimento é menor que em 2010 por conta do aumento acima da média dos recursos direcionados à construção neste ano. "Se não houvesse ocorrido a crise, a construção teria crescido em 2009, e não saltado em 2010."

O número de unidades financiadas neste ano, de acordo com a entidade, deve chegar a 540 mil.

O presidente da Abecip afirmou ainda que o crédito imobiliário no país fechou 2010 em torno de 4% do PIB (Produto Interno Bruto). A meta do setor é chegar a 11% do PIB até 2014.

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